Meta 8.7 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – “Até 2025, erradicar o trabalho em condições análogas às de escravo, o tráfico de pessoas e o trabalho infantil, principalmente nas suas piores formas (LISTA TIP)”
Custa estudo, saúde, futuro e, muitas vezes, a vida!
Todos os anos, a Fundação Abrinq realiza a campanha Não ao Trabalho Infantil para alertar a sociedade sobre a gravidade do trabalho precoce e os riscos que ele impõe às crianças e aos adolescentes. Mesmo com avanços pontuais e compromissos assumidos pelo país ao longo dos últimos anos, os dados mais recentes mostram que o trabalho infantil segue sendo uma realidade no Brasil, inclusive em suas piores formas.
Veja as regiões com mais casos de trabalho infantil no Brasil
Minas Gerais
167.470
São Paulo
237.416
Bahia
191.129
Pará
144.720
Maranhão
80.534
Rio Grande do Sul
81.304
Paraná
90.314
Ceará
62.110
Piauí
42.239
Amazonas
50.933
Pernambuco
68.299
Mato Grosso
45.711
Rio de Janeiro
44.028
Santa Catarina
54.430
Espírito Santo
26.093
Goiás
71.339
Tocantins
21.958
Paraíba 37.755
Sergipe
24.260
Alagoas
22.498
Distrito Federal
12.037
Mato Grosso do Sul
24.259
Rondônia
4.766
Rio Grande do Norte
18.255
Acre 5.643
Amapá
2.019
Roraima
4.766
O Brasil soma 1.649.843 crianças e adolescentes expostas diariamente ao trabalho precoce!
Entre as crianças e os adolescentes que trabalham no Brasil, 33,9% realizam atividades consideradas como as piores formas de trabalho infantil, ou seja, atividades que colocam diretamente a vida, saúde e dignidade deles em risco. Abaixo, você confere os cinco estados com mais casos da violação.
IBGE – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua.
Todas as pessoas podem ajudar, no seu dia a dia, a combater o trabalho infantil.